A empresa também ressaltou o impacto da perda entre os colegas. “Alice deixa um vazio irreparável em nossa redação, mas seu legado de empatia permanece”, escreveu.

A emissora ainda informou que, apesar da inviabilidade clínica para a doação do coração, a decisão da família em autorizar a doação de órgãos reforça o espírito solidário que marcava a trajetória da jornalista.

Fonte: O Tempo