
O movimento, que teve adesão de cerca de 60 profissionais, reivindicava o pagamento de piso salarial proporcional à carga horária, que no município é de 20 horas semanais. O piso nacional para os professores de educação básica é de R$ 1.697,39 para uma jornada de 40 semanais. Na avaliação do Sindicato dos Servidores Municipais de Inhapim, os professores estariam trabalhando além das 20 horas regulamentadas. Segundo o Sindicato, a categoria está trabalhando quatro horas a mais e o município não estaria pagando as horas extras.
Para chamar atenção a respeito de suas reivindicações, os professores chegaram a fazer caminhadas pela cidade, exibindo faixas e cartazes.
O advogado Thomas Henrique Pereira, que representa o Sindicato dos Servidores Municipais de Inhapim, comentou sobre o fim do movimento. “Houve consenso entre a administração e os professores em relação ao plano de carreira. Foi feita uma planilha para futuras implementações desses direitos”, explicou o advogado.
Ainda segundo Thomas Henrique, os professores, não desejando que os alunos fossem prejudicados, decidiram em assembleia geral, flexibilizar as negociações no sentido de se criar uma pauta, “já que a administração alega não possuir em seus cofres públicos valores suficientes para cumprir tal obrigação de forma imediata”.








