Quanto à imunização, o cenário brasileiro ainda é restrito. A vacina é a mesma da varíola, mas as doses disponíveis no país vieram de doações internacionais e foram direcionadas estritamente a grupos de altíssimo risco, como pessoas vivendo com HIV e baixa imunidade. No momento, não há disponibilidade ampla de vacinas nas redes pública ou privada.

Como se proteger?

A prevenção passa pelo reconhecimento precoce. Valentini reforça que, ao notar febre acompanhada de lesões na pele, o paciente deve buscar ajuda médica imediata, especialmente se houve contato íntimo recente com parceiros casuais ou pessoas com lesões suspeitas. O isolamento adequado é a ferramenta mais eficaz para interromper a cadeia de contágio.

Fonte: O Tempo