
Usando um crucifixo no pescoço, ele disse que acreditava em Deus. “As pedras voam, mas não tenho culpa de nada”, sublinhou. Na época, um padre e um pastor avaliaram o caso. Para o padre José Antônio, reconheceu que se tratava de um caso sobrenatural. O pastor Jaider Rodrigues disse que poderia se tratar de forças espirituais. O psicólogo Marco Antônio Gomes, que acompanhava o caso de perto, não constatou paranormalidade. Recentemente, o DIÁRIO DE CARATINGA tentou localizar o menino, mas sem êxito.









