
Em Caratinga, o projeto começou com 100 alunos/mês e atualmente possui 600 alunos com idades entre sete e 17 anos. “O Sesi Minas subsidia o projeto, mas com a situação econômica crítica e a retração da indústria, diminui a arrecadação e consequentemente o projeto sofre as consequências da diminuição do repasse para o Sesi”, explicou Mônica.
Mas a intenção do Sesi de Caratinga é conseguir meios para que a frequência de alunos não diminua. “O projeto será reformulado, não será gratuito, mas o custo das aulas será bem acessível em relação aos praticados na cidade e, além disso, empresários serão procurados para apadrinhar crianças e adolescente que são carentes”, pontuou Mônica.
Os pais dos alunos que participam do projeto serão comunicados através de cartas sobre o encerramento do trabalho gratuito. “Vamos buscar alternativas para que as crianças continuem participando, porque se está difícil para as indústrias, imagine para um assalariado”, comparou Mônica.







