Domingo estaremos diante das urnas e decidiremos juntos quem governará o Brasil nos próximos quatro anos. Tivemos bastante tempo para ouvir, pensar, falar, debater – agora é nossa vez de agir.
O que nos resta fazer?
Até agora, tenho trazido reflexões no sentido de entendermos o processo democrático – no qual todos nós, brasileiros, acreditamos – e o que é necessário que aconteça (ou não aconteça) para mantê-lo, e para fortalece-lo.
Hoje – 3 dias antes de cumprirmos com esse sublime dever e grande privilegio também – estou com meu coração (aquela parte mais profunda da gente) apertado. Pois está muito difícil dizer qual lado tomar.
Por um lado, o nível de engano e inverdades está tão elevado – essas águas estão tão poluídas, que uma só gota pode contaminar ao mais sério eleitor.
Procuro ser positivo e construtivo nestes artigos, pois aprendi muito cedo a crer que “onde há vida, há esperança!” O sonho de um Brasil livre, justo, que cuida dos pequeninos, dos enfraquecidos, que enaltece o direito, a verdade, a generosidade, e que ilumina o mundo com seus raios prateados – esse sonho é algo profundo, imutável – e creio que a grande maioria pensa e sente assim também.
Temos de colocar os dois candidatos debaixo de escrutínio sério, honesto e conclusivo, e votar em um deles apenas, na certeza que ele tem mais condições de melhorar nossa pátria, salvaguardar a Constituição, e não permitir a politicagem tomar conta, controlar, dominar a plataforma de ação, ou de reação.
Qual dos dois merece de fato o nosso voto – essa é a pergunta.
Quero deixar com você, caro leitor, cara leitora, uma pergunta para fazer na hora H do nosso dever cívico:
– ELE É UM HOMEM JUSTO?
Você pode perguntar: JUSTO onde?
– Ele é justo onde quer que ele esteja? – Em casa, onde ele lidera, onde ele participa, onde tem influência, onde tem poder da decisão, do voto?
Dessa forma a justiça “corre” como um rio em sua vida, em todos os lugares que passar, irrigando as margens, trazendo vida exuberante, e oferecendo um lugar de consolo e refresco para todo o cansado, desanimado, carente que chegar às suas margens!
Pode ser, porém, que você tenha embrenhado pelo caminho da esperança adiada, e você pergunta “o que me resta fazer?”
Sempre tive problemas com a expressão “SEJA O QUE DEUS QUISER”. Por um lado, ela significa o “desfecho” ou “fechamento” de um processo, que pode ter sido penoso, dolorido – uma declaração de desistência.
Contudo, nesse momento muito difícil para a nossa Pátria, SEJA O QUE DEUS QUISER poderia ser a manifestação de nossa fé!
Portanto, quem será o próximo Presidente de nossa Pátria? Não sabemos.
Podemos mudar o resultado?
Acredito muito no poder da ORAÇÃO. Como Jesus disse e reafirmou, a oração MOVE MONTANHAS.
Tem havido inúmeras situações bem complicadas onde a oração fez uma grande diferença – onde houve mudança, transformação inclusive de caráter!
Precisamos de GOVERNANTES ÍNTEGROS, que falam a verdade, que lutam pelo bem de forma verdadeira (e não só para impressionar, ou para deixar uma imagem boa, ou para ganhar o voto, ou vencer a eleição!).
Tal tipo de pessoa entendeu o âmago da questão da VIDA: é SER – SER JUSTO, SER GENEROSO, SER LEAL, VERDADEIRO – FALAR UMA COISA E PERSISTIR NESSA VERDADE, não importa a quem estamos agradando.
Pois a verdade, a generosidade, a lealdade, a justiça são coisas simples, descomplicadas, e que qualquer ser humano entende, mesmo os pequeninos.
Não há computador mais sofisticado do que a nossa consciência, bem como nossa percepção mais profunda, às vezes chamada de ‘intuição’.
Feliz a nação cujo povo tem consciência, que entende o que está por trás de cada palavra falada! Por exemplo, qualquer tipo de discriminação ou segregação, e que começa com uma palavra ou um gesto apenas: toda palavra assim proferida que divide pessoas, que eleva um e rebaixa o outro, – tal fato, incidência ou coincidência DESPERTA, deveria despertar A CONSCIÊNCIA de cada um de nós: Algo errado por aí, não dá pra confiar!
Precisamos ouvir com discernimento, com a mente aberta, mas baseados naqueles princípios simples e básicos da justiça, da verdade, e eu repito: da generosidade, da compreensão.
Por isso, que todos nós brasileiros estejamos clamando hoje, e até domingo, clamando ao SENHOR, ao Deus da História, clamando por misericórdia para nossa Pátria – que o Senhor coloque uma pessoa de bem, e boa, na Presidência!
(As crônicas têm um podcast. Se você enviar seu e-mail, terei muito prazer em enviá-lo para você. Até – talvez você conheça alguém que não gosta de ler, mas gostaria de ouvir…)
Rev. Rudi Augusto Krüger – Diretor, Faculdade Uriel de Almeida Leitão; Coordenador, Capelanias da Rede de Ensino Doctum – UniDoctum E-mails: rudikruger2004@gmail.com ou rudi@doctum.edu.br









