Reações e Comentários de Leitores
Essa coluna não é minha. Sinto plena liberdade para colocar aqui não somente comentários como também textos de meus leitores na íntegra. É e sempre foi meu sonho de escrever a quatro ou mais mãos – e é isso que estou fazendo hoje. Claro, vou omitir o nome de quem compartilha – e tenho certeza, é algo FALADO DO CORAÇÃO:
– “Sara minha terra… sara meu Brasil” – Essa é uma das orações que mais se escuta dentro dos templos, durante o culto ou ministração… E, em particular, um de nossos grupos cristãos até assumiu esse nome: “- Sara a nossa terra!” Da minha parte, e sendo bem franco, essa oração sempre me remetia a entender que a terra referida é algo físico, como o Brasil, por exemplo, ou mesmo Caratinga.
Estranho – Deus, em sua inimaginável grandeza, morreria por um estado, cidade, país? Isso não é estranho? E qual o valor que nós humanos temos?
Percebo e creio mais e mais que nós é que somos essa “terra” que Ele deseja, anseia tanto curar, pois desta maneira nós, humanos, somos a esperança para tudo o mais.
Deus sempre demonstrou – e continua a demonstrar – que Ele quer Se relacionar conosco. Por isso não pode fazer sentido Ele “sarar a terra”, mas, sim, sarar, curar a nós – nós que somos a ‘terra’, e assim, o solo onde a planta do nosso pé pisar, ali a cura é possível, ali ela deve ser declarada.
Pensando adiante: se a herança do Deus Eterno é o coração humano – me questiono sobre o quanto se tem investido para que isso de fato ocorra? Sim, gasta-se rios de dinheiro em reformas, em templos suntuosos – na instalação do ar condicionado, por exemplo, ou num salão para confraternização. Mas será que estamos investindo para que “coxos” andem, “cegos” vejam – que o câncer seja curado – Covid curada de fato?
De que vale um prédio, um pedaço de terra, uma bandeira?
– Senhor, Senhor – hei, sou eu, deixa eu entrar no descanso eterno!
– Hei, humano, será que você ainda não entendeu nada? Eu sou o seu descanso, Eu, que habito com os simples de coração. Eu não rejeito um coração quebrantado… pois o orgulho precede a queda do arrogante em suas falsas doutrinas, inclusive em suas negligências: Negligência em relação aos pais, mas também, em relação aos filhos. Pois, um PAI ama e cria seus filhos, custe o que custar. Ele ama, ele se dá.
Que a multiforme graça recaia sobre os filhos e que eles enxerguem e ouçam o que o Espírito diz à igreja nestes dias: Deus anseia depositar Sua Glória no descanso da terra do nosso coração, gerando vida para que os órfãos e as viúvas nunca mais sejam abandonados.
Infelizmente, o poder e o mistério da Glória ainda é desconhecido de muitos, especialmente entre os que chamamos de “letrados” – pois ela é baseada na fé daqueles que creem e vivem abundantemente.
Voltando ao início das minhas palavras: Atualmente percebo com muita clareza que o maior tesouro eterno foi depositado “na terra dos corações que buscam o Reino dos céus”.
Em outras palavras, a “terra” que precisa de cura não é o Brasil, ou os E.U.A. ou qualquer outro país – esta TERRA sou eu e você. A partir daí – dessa cura – nossas raízes poderão curar a essência da terra, a essência que foi gerada em nós.
Quando nós formos e estivermos curados a terra estará curada; e vice-versa: quando estamos doentes, a terra onde vivemos se torna doente.
– Venha ser curado, deixa a pomba da paz e esperança pousar e fazer morada na terra do seu coração!
– Sara a minha terra, Jesus, que aquela água da vida que bebi na infância possa fluir como um rio dentro de mim – que meu ventre seja frutífero novamente, assim como Tu desejaste mesmo que eu (talvez?) não tenha escolhido. – Cura a minha terra! Dá-me de volta a voz que me foi roubada pela dor, pela traição, pelo engano, enfim, pelo inimigo! Que o leão possa rugir em mim / sobre mim novamente!! Haja luz!!
– Creio completamente nas palavras que saem da Tua boca – Teu julgamento é vida. E Tua vida é eterna, uma vida que não tem fim!!!!
Quando a Glória descansar na terra do nosso coração – ela gera vida e assim onde a planta do nosso pé tocar ali haverá vida, simplesmente pelo tocar do nosso pé.
Percebo, assim, que somos a “terra” que Ele quer curar, pois desta maneira somos a esperança para tudo o mais.
Mais claro ainda: Deus demonstra que quer se relacionar, por isso não faz sentido algum Ele sarar a terra – mas, sim, a nós – nós que somos a ‘terra’; com isso, o solo onde a planta do nosso pé pisar, ali a cura é declarada.
Finalizando, e para sua reflexão, pergunto: De que vale um prédio, um pedaço de terra, uma bandeira?
Muito obrigado, mui prezado Contribuinte!
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Rev. Rudi Augusto Krüger – Diretor, Faculdade Uriel de Almeida Leitão; Coordenador, Capelanias da Rede de Ensino Doctum – UniDoctum









