Desde que a Pandemia da Covid-19 chegou no mundo, os cientistas de todos os países têm se debruçado sobre pesquisas com o objetivo de criar uma vacina para o grande mal. Sabemos que somente uma vacina eficaz poderá nos livrar da doença e da morte. Não há remédios totalmente eficazes, tendo somente procedimentos de prevenção, como o distanciamento social, lavagem das mãos sempre com álcool em gel ou álcool 70 e o uso de máscaras. Mesmo com essas medidas fartamente anunciadas, muita gente não segue, o que nos deixa preocupados e assistindo ao avanço da Pandemia em todos os estados brasileiros.
A nossa esperança parece que terá um final feliz. As vacinas estão sendo criadas com sucesso. Segundo a OMS existem pelo menos 165 vacinas sendo desenvolvidas contra a COVID -19.
As vacinas têm de ser testadas para provar sua segurança, em três etapas. Têm de provar que há uma resposta do sistema imunológico e que há garantia absoluta de sua eficácia contra a doença. A da Rússia, segundo o governo, já estava em desenvolvimento há 6 anos. E está prometida para ser usada em outubro próximo. O presidente Vladimir Putin acredita em sua aprovação para ser aplicada ainda em outubro deste ano.
A vacina, que de acordo com os especialistas, está mais adiantada é a de Oxford com Astra Zeneca. O objetivo é fazer com que as células passem a produzir a proteína – que existe na superfície do coronavírus – que ensine ao sistema imunológico como se defender do vírus. Está sendo produzida pela Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz) pelo acordo feito pelo Ministério da Saúde.
A empresa chinesa Sinovac usa cópias inativas do coronavírus para levar o sistema imune a produzir anticorpos capazes de neutralizar o coronavírus. Ela está sendo testada na Indonésia e no Brasil com voluntários de vários Estados. É considerada segura por usar os vírus inativos, o que torna difícil de ela deixar o paciente doente.
A empresa America Moderna desenvolve a vacina com uma técnica inovadora conhecida como KNA mensageiro. Ela usa pequenos fragmentos do código genético do coronavírus, e o injeta no paciente.
Os testes já estão na última fase com 30 mil participantes. Se os resultados forem positivos, o governo Trump já garantiu receber 100 milhões de doses ao pagar 1 bilhão e meio de dólares.
Há ainda nessa corrida, a empresa chinesa Cansino. Também a Sinopharm cuja vacina está sendo feita no Instituto de Produtos Biológicos de Wuhan – cidade onde começou a pandemia.
As empresas devem fazer 2 bilhões de doses por ano. Mas a população mundial é de 7 bilhões e meio de habitantes em igualdade de risco.
Os presidentes e governantes dos países terão de priorizar o recebimento no princípio, pois somente 20% da população receberá a vacina. Os profissionais da Saúde terão prioridade, depois os grupos de risco, pessoas com 60 anos ou mais. Seguramente, haverá outras medidas para que todos possam ser vacinados. Por enquanto, vamos agradecendo aos profissionais de Saúde que tanto têm trabalhado com os pacientes e com pesquisas, em tempo integral, para descobrir essa milagrosa solução tão desejada e necessária. Continuar a pedir a Deus que ilumine os profissionais e vá retirando, com Sua graça, todos os males vindos dessa Pandemia.
Marilene Godinho









